sexta-feira, 15 de maio de 2009

Gentileza pode ser embaraçosa

Eu juro que teria adorado o gesto do velhinho que me ajudou a colocar a blusa no ônibus (sem que eu pedisse, é claro), não fosse o fato de todos terem ficado olhando para nós enquanto eu esboçava um agradecimento para lá de envergonhado!

terça-feira, 12 de maio de 2009

No bathroom for unlucky family



Problemas de encanamento podem ser bastante incovenientes!

Me abstenho de entrar em maiores detalhes!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Visita à borracharia


Eu já não andava muito feliz com o jeito condescendente que os frentistas me tratam, mas minha ida ao borracheiro me fez ver que na verdade o jeito como eles me tratam não é nada!

Tudo começou quando sai com meus irmãos no sábado para comprar um presente para minha mãe. Meu irmão (em seus quase 17 anos) me perguntou se eu estava sentindo a direção pesada.
- Ah, sim! Eu preciso calibrar os pneus (nossa! ele percebeu tão fácil!).
- Mas você já reparou como esse daqui tá baixo?
- Nossa! É mesmo!
- Eu acho que você passou em cima de um prego. Olha ali!
E não é que tinha uma cabeça de prego, ou parafuso mesmo ali!?!
Sem saber se tinha que pegar o estepe e trocar o pneu ou o quê, fui perguntar pro meu padastro qual o procedimento usual nesses casos. Como tem uma borracharia pertinho de casa, ele falou para eu ir até lá e pedir para colocarem uma borrachinha que, ao que tudo indica, fecha o furo feito pelo parafuso (era um parafuso mesmo!).

Pois bem, lá fui e meu irmão decidiu me acompanhar. Cheguei na borracharia e a vaga estava ocupada, então encostei o carro um pouquinho mais pra fente. Quando descemos do carro, o borracheiro foi logo falando com meu irmão, isso porque ele viu que era eu quem estava dirigindo, mas ok!
Quando ele terminou de trocar o pneu do carro que estava lá, pediu para que eu manobrasse para encostrar o carro em frente à borracharia. Mas como o tráfego da avenida estava intenso, eu fiquei com medo na hora de dar ré e acabei não manobrando direito. Como o espaço não foi suficiente para entrar de primeira, tive que voltar um pouco pra dar ré de novo. Fui fazendo isso devagar, já que tinha um poste na calçada. Mesmo assim o idiota do borracheiro gritava cada vez que eu chegava perto do poste, como se eu fosse cega ou retardada.
Qual não foi a minha surpresa ao sair do carro e ver meu irmão rindo. Ele disse que o babaca do borracheiro virava pra ele e falava "Ela vai bater!", ao que meu irmão apenas dava de ombros - pelo menos ele viu que eu não estava ignorando o poste!

Ufa! Desculpem desabafo... mas eu odeio esses imbecis que acham que mulher nenhuma sabe dirigir!
Tudo bem que eu nem gosto muito, a única vantagem é o conforto e a liberdade, mas também não sou nenhuma tapada!

domingo, 10 de maio de 2009

Retomando

Ois.... sei que andei muito negligente com o blog, mas estou tentando me "doutrinar" a manter uma periodicidade de postagens.

Ainda essa semana me lançarei em um novo voo!

Obrigada aos que continuaram demonstrando interesse nos meus voos cotidianos!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O número non-sense


Sabe aquele filme em que o Jim Carrey começa a ver o número 23 em tudo quanto é lugar depois de ler um livro???
Pois eu onde olho vejo non-sense.
Hoje o Gá me mandou uma charada por email. E lá estava o non-sense.

"O que aconteceria se o Pinochio dissesse: 'Neste momento mau nariz vai crescer'?"

Viu? Non-sense!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Inferior


Quando pela primeira vez ousei pensar em mim mesma no Dia do Jornalista, me dei conta de que uma estagiária de jornalismo não deve se dar ao luxo.

Presentes e champagne foram distribuídos na redação, mas quando chegou a vez dos estagiários só vimos um sorriso amarelo: "depois veremos uma lembrancinha para vocês".

O presente para os jornalistas foi um bloco de anotações. O que será que ganharemos? Um bloquinho de post it?

sábado, 4 de abril de 2009

Compromissos

Na hora da saída para um almoço especial, um encontro de última hora:
- Hei! Não vai com a gente na churrascaria?
- Não dá! Tenho um incêncio. Fica pra próxima, ok?
Como não o conhecia, entre risadas, perguntei aos demais acompanhantes:
- Que tipo de incêndio ele tem? Algum problema no serviço?
- Não! É um incêndio mesmo... ele é cinegrafista.
- Ah!

Me pareceu algo tão banal. Só mais um compromisso do dia-a-dia.
Percebi que existem rotinas nada entediantes!