quinta-feira, 12 de junho de 2008

Reflexões sobre o namoro

Hoje é um bom dia para falar de um hábito que eu (e meu namorado também) considero saudável em uma relação longa (como é o nosso caso, quase quatro anos).
Trata-se na verdade de uma prática, que no começo do namoro eu achava errado e ficava com ciúmes, mas depois de um tempo aprendi que isso até ajuda a "esquentar" as coisas no namoro.
Paquerar.
É claro que, parafraseando Sarah Jessica Parker, "não vamos mais a bares para ficar caçando homens", mas olhar para alguém bonito e atraente e conversar com pessoas do sexo oposto não é sinal de infidelidade, mas sim de que você não está morto.
Quando era mais nova, eu tinha aquela mania que muitas mulheres tem: de depender do ser amado para existir. Pode até ser romântico, mas não é nada prático na vida real.
Com o tempo eu entendi que muitos homens (e nessa lista incluo o meu namorado) se sentem mais atraídos pelas mulheres independentes e confiantes e se cansam fácil das dependentes.
Aquelas que gostam de se arrumar, de se maquiar e de ficar cheirosas, sem necessariamente ser para um homem, mas para elas mesmas, se sentem mais confiantes em quanto às relações. Se depilar só nos dias em que vai encontrar o namorado é um sinal de que você deve começar a se importar mais com você (a não ser que você seja uma adepta do estilo "natural", é claro).
E não dá pra negar, quando você se sente bonita o dia é melhor e as coisas fluem de maneira mais fácil. Ser olhada e paquerada, então... joga seu ego lá nas alturas.
Sair com as minhas amigas solteiras, poder olhar e comentar sobre os homens solteiros junto com elas, sem necessariamente me comprometer, é muito divertido.
Não existe uma vontade de seguir adiante, e se um dia acontecer é porque está na hora de repensar a relação. Mas é claro que isso tudo só funciona se houver confiança.
Nesse ponto eu posso dizer que estou tranquila, pois uma das coisas que mais gosto no nosso namoro é que além de namorados nós somos amigos. Sou muito agradecida pelo fato de o Gah ser um desses homens que preferem as mulheres independentes, foi por influência dele que eu tirei a minha carteira de motorista e estou embarcando para Nova York em 16 dias - só para citar algumas das coisas que eu decidi fazer graças às nossa conversas.

Eu sei que isso vai terminar de um jeito bem clichê (não o clichê que a querida profª. Peta ensina)... mas hoje já é um dia piegas mesmo!

Te amo, negão!

domingo, 8 de junho de 2008

Quanto tempo?

O que fazer quando você confia tanto em alguém que deixa as escolhas em suas mãos, mas na hora "agá" as coisas não saem como você esperava?
Da última vez que fiz luzes e cortei o cabelo o cabelereiro simplesmente tornou real o que eu tinha imaginado. Mas dessa vez... não posso dizer que está feio, algumas pessoas nem acharam tão diferente. Mas para mim... o resultado final é simplesmente o oposto do que eu queria!

Quanto tempo será que leva para me acostumar com este novo cabelo?

sábado, 7 de junho de 2008

E a sintonia continua...

Ontem me juntei à Carrie e Charlote para assistir ao tão esperado filme. Claro que elas já escreveram em seus respectivos blogs a respeito, e muito bem por sinal! O que sobra pra falar? Pra mim ficou óbvio que quem fez críticas negativas ao filme não está familiarizado com a série!Mas o que eu mais gostei foi de saber que até na hora de segurar as lágrimas, por achar que era a única a se emocionar, nós somos iguais!
Por mais que nossas vidas mudem e sigam caminhos diferentes, essa é uma coisa que nunca iremos perder!

XoXo
Sam

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sex and The City



Os ingressos para a sessão das 18:40 já estão garantidos desde ontem à noite, não podemos perder a estréia.

Mais tarde iremos à forra com todas as críticas que falaram mal do filme; não importa se eles tiverem razão, Fabulous Brunch não gosta dos críticos brasileiros.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Meu primeiro "homicídio" digital

Não sei se posso chamar de homicídio... nem sei se posso chamar de digital, mas hoje eu matei alguém afogado.

O pobre coitado que passou desta para melhor foi o meu mouse.

Eu deixei um copo de água cair em cima dele e quando levantei ele pelo rabinho eu já vi que não tinha salvação. O paramédico (téc. informática) bem que tentou uma ressucitação mas não teve jeito... ele teve que ser substiuído.







Ele não era assim... mas era melhor do que o que está substituindo-o.



Ok... este foi o post mais medíocre da história deste blog!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Ópera no Teatro Municipal

No último domingo foi ao ar a minha reportagem sobre a ópera "O Castelo do Barba Azul", que estava em cartaz no Teatro Municipal de São Paulo.
A matéria já está disponível no site do Edição Extra:
http://www.facasper.com.br/jo/edicao_extra.php

Dica: a matéria sobre revistas é da Aline e ficou muito boa!

Não é carga viva, não!

Eu digo que utilizar transporte público em horários de pico é um exercício antropológico...
07:30 da manhã; ônibus lotado; motorista bração.
Discussões entre passageiros já pipocavam: "você não vai passar na minha frente"; "eu vou descer no próximo ponto"; e outras já conhecidas do repertório.
As agressões ao cobrador e ao motorista até que demoraram, mas vieram: "não é carroça, não"; "sua mãe não tá aqui atrás"; etc. E então veio uma até óbvia, mas que eu ainda não conhecia: "não é carga viva, não!"
Não foi nenhuma peça super original, mas serviu para trazar um sorriso ao meu já mal humorado rosto. Claro que isso só aconteceu por que eu estava confortavelmente sentada, lendo meu livrinho. Se estivesse de pé, talvez fosse minha uma das vozes que reclamava do motorista.