Hoje revendo as fotos, achei essa de Los Angeles do post abaixo que posso considerar um privilégio.
Também tem essa, só para registrar a data e lembrar que não vimos nem uma pontinha dos fogos de artifício!
hahahaha
do bem que ela não precisava muito mais do que ser gostosa.
arles: achei que ia me debulhar em lágrimas, mas... não me tocou de verdade. Ok! Sei que foi injusto e apóio a luta da família por justiça, mas o cara era o maior trambiqueiro! Não que isso justifique ou tenha algo a ver com a morte dele, mas tira o carisma do personagem. Li uma crítica que dizia que a atuação dos parentes reais dele davam um ar de amadorismo ao filme. Não concordo, acho que nenhuma atriz brasileira poderia fazer a prima dele como a própria prima fez, e a simplicidade dos pais não seria a mesma pelas mãos de atores profissionais. Tá aí um ponto interessante do filme. Além de um Selton Mello mineiro impecável e uma Vanessa Giácomo bem basileira.
mesmo sendo o Hugh Jackman lindo maravilhoso, as apelações para chamar atenção pro corpo dele no começo do filme são meio brochantes. O filme não tem uma identidade muito definida e compreendo porquê foi tão criticado. Mas é difícil não se envolver com a linda história do garoto aborígene Nulah. Sem contar que o casal protagonista é mais do que carismático. Nicole Kidman dá um show como a inglesa delicada que se revela uma mulher independente e de pulso firme que não se importa com as convenções na longínqua Austrália. Claro que uma Guerra Mundial chega pra ferrar a vida de todos, mas um final feliz os espera, mesmo que fora dos moldes a que estamos acostumados.
O filme ainda vai levar uns meses pra sair, mas para vocês, com exclusividade, o meu inglês sofrível depois de meses sem prática!